Creio que tenha sido uma missão, vejamos: quando eu tinha 16 anos, uma tia suplicou, aos prantos, que eu conduzisse um primo de 18 anos perdido no mundo das drogas, dos maus vícios e caminhos a uma igreja evangélica que nós, eu e a nossa “Vóinha”, frequentávamos.

Ninguém, até então, conseguira fazê-lo. Por força do Espírito Santo, puxando seu interesse pelas meninas, eu o fiz.

Hoje, ele é um pastor da Igreja Maranata e, curiosamente, quer me conduzir para lá. Agradeço e digo que ainda não é chegada a hora. É ou não a mão de Deus?

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Escrito por: Disnei Francisco Jorge