Nos idos de 1950, as contas da Cia. Telefônica de Minas Gerais eram entregues em mãos, por meio de agentes comerciais, que deixavam sua sede e iam pelo interior afora fazer as cobranças. Durante as jornadas, aproveitavam para colher as reclamações e levá-las de volta à sede. Uma dessas reclamações chamou a atenção do pessoal de manutenção: a queixa era de que o telefone da casa era assombrado, pois quando o pessoal da casa ia tomar banho, o telefone tocava incessantemente e o cachorro começava a chorar e latir.

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Escrito por
Rubens José Rainato